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A mobilização #ForaBolsonaro e o silenciamento da mídia tradicional

A mobilização #ForaBolsonaro e o silenciamento da mídia tradicional

Por: Ramênia Vieira | Intervozes | Carta Capital

 

Telejornais e impressos violam direito à comunicação, invisibilizam protestos ocorridos no país e suas consequências para a disputa política

 

Após quase um ano e meio de silêncio nas ruas, por conta da pandemia do coronavírus, entidades e movimentos progressistas decidiram que era o momento de sair e gritar por #ForaBolsonaro, pedir vacina para todes e lutar a favor da ciência e dos direitos humanos básicos, que têm sido ainda mais violados nesse período tão difícil para o povo brasileiro.

O dia escolhido para a luta foi 29 de maio. Várias cidades brasileiras amanheceram com milhares de manifestantes nas ruas. Como diz o meme que circula nas redes, “se o povo protesta em meio a uma pandemia é porque o governo é mais perigoso que o vírus”. E é mesmo. Muitos dos que foram às manifestações se expressavam pela dor da perda de alguém querido – já são mais de 461 mil mortos só no Brasil -, pela falta de expectativas de vacina para toda a população e pela piora constante dos indicadores sociais .

Porém, durante e após os protestos deste sábado, um dos direitos mais importantes para a viabilização dos demais foi negado àqueles que foram às ruas: o direito humano à comunicação.

Tanto na cobertura ao longo do sábado, quanto nos principais jornais impressos deste domingo 30, o espaço para os protestos foi pequeno. E, em alguns casos, a própria pauta da manifestação foi distorcida.

 

Confira a matéria completa no site da Carta Capital:

 

A mobilização #ForaBolsonaro e o silenciamento da mídia tradicional

 

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