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SINASEFE IFMG lança campanha para instituição do RSC para os TAEs

 

Após o êxito no reconhecimento e obtenção dos pagamentos do Reconhecimento de Saberes e Competências – RSC para os docentes, o SINASEFE – Seção Sindical IFMG lança a campanha para instituição do RSC para os técnicos-administrativos em educação.

A proposta é semelhante a que contemplou os docentes, diferenciando-se na parcela remuneratória que beneficiará os TAE’s. Dessa forma, a concessão do RSC terá correspondência direta com a parcela remuneratória de Incentivo à Qualificação, que é paga de acordo com a formação acadêmica/escolar dos TAE’s.

 

UMA VEZ APROVADA O RSC FUNCIONARIA DA SEGUINTE FORMA:

Exemplo: um TAE cujo requisito de ingresso no cargo seja o nível médio e que, atualmente, em razão da graduação em curso superior percebe o Incentivo à Qualificação correspondente a 25% de seu vencimento básico, poderá pleitear o RSC – III e receber o Incentivo à Qualificação no importe de 30%, conforme a tabela.

 

O SINASEFE IFMG ACREDITA QUE COM ESSA MEDIDA SERÁ FEITA JUSTIÇA PARA OS TAE’S.

ANEXO IV da Lei 11.091/2005 COM O RSC
TAE

 

Confira o projeto de Lei de RSC para os TAE’s clicando no arquivo abaixo:

Via: http://www.sinasefeifmg.com.br/

6 Comentários

  1. E o DOUTORADO?
    Tenho plena consciência a respeito da importância de valorizar ainda mais a carreira TAE. Mas, se entendi corretamente a proposta, ela acaba jogando no lixo o doutoramento, tornando-o sem importância na carreira dos TAE´s. Não se pode simplesmente equiparar a carreira do mestre com a do doutor. Entendo que muitas pessoas que não possuem título algum desenvolvem um papel mais importante que o de um doutor, mas ao mesmo tempo seria irracional jogar anos de estudos das nossas vidas esgoto abaixo além de desincentivar qualquer TAE que deseja continuar trilhando o caminho da pós-graduação, por não agregar nada em termos de carreira. Em palavras simples: um mestrado não “custa” nem “vale” o mesmo que um doutorado. Quem seguiu este caminho sabe do que estou falando, o quão difícil é concluir cada etapa da vida.
    Não estou desmoralizando o mestrado, mas acredito que algo deveria ser agregado à carreira do TAE doutor, que já foi esquecida na última vez que mexeram na lei 11091 (Lei nº 12.772, de 2012).
    Concluindo, não é a sempre uma das bandeiras mais levantadas pela luta, aquela que diz respeito a não retroceder nas conquistas??? Basta manter a proposta atual agregando algo à carreira com doutorado.
    Se minha interpretação da proposta foi equivocada, mil perdões.

  2. E o DOUTORADO?
    Tenho plena consciência a respeito da importância de valorizar ainda mais a carreira TAE. Mas, se entendi corretamente a proposta, ela acaba jogando no lixo o doutoramento, tornando-o sem importância na carreira dos TAE´s. Não se pode simplesmente equiparar a carreira do mestre com a do doutor. Entendo que muitas pessoas que não possuem título algum desenvolvem um papel mais importante que o de um doutor, mas ao mesmo tempo seria irracional jogar anos de estudos das nossas vidas esgoto abaixo além de desincentivar qualquer TAE que deseja continuar trilhando o caminho da pós-graduação, por não agregar nada em termos de carreira. Em palavras simples: um mestrado não “custa” nem “vale” o mesmo que um doutorado. Quem seguiu este caminho sabe do que estou falando, o quão difícil é concluir cada etapa da vida.
    Não estou desmoralizando o mestrado, mas acredito que algo deveria ser agregado à carreira do TAE doutor, que já foi esquecida na última vez que mexeram na lei 11091 (Lei nº 12.772, de 2012).
    Concluindo, não é a sempre uma das bandeiras mais levantadas pela luta, aquela que diz respeito a não retroceder nas conquistas??? Basta manter a proposta atual agregando algo à carreira com doutorado.
    Se minha interpretação da proposta foi equivocada, peço desculpas.

  3. Sou professor aposentado em 2011, agora me falam que quem aposentou depois de 1 de março de 2013 tem direito, claro que eles tem direito mas nós tambem temos cade a isonomia, cade a paridade, cade o reconhecimento de um trabalho de 30 anos voltados para a educação, segundo parecer de WAGNER ADVOGADOS E ASSOCIADOS, temos plenos condições de ganho judicial, nem uma lei derrubou a paridade, então porque essa discriminação? Quero dize que a minha pontuação para o RSC chegaria a quase 100 se necessário fosse mas só precisou de 50 pontos.

    • Também estou na mesma situação. Aqui no ES estamos numa luta para conseguir que seja estendido para aposentados, mas estamos encontrando resistência nos colegas da ativa, alegam não termos direitos porque estamos aposentados. É lamentaval como se eles também não terão que se aposentar brevemente. Estamos buscando a justiça já que nem sindicato e nem dirigentes do MEC e Ifes querem reconhecer nosso direito. Precisamos unificar esta luta.

  4. Joao Bucanha,
    Sua explanação é plausível, acho muito válida.
    Minha sugestão é aumentar o doutorado para 100%.
    Desta forma contempla e incentiva o contínuo aos estudos, o tempo não será em vão.

  5. Senhores, professor de 1 e 2 graus, também sou aposentado do Instituto Federal Goiano, requeri o direito ao abono de permanencia assim que completei o tempo, foi negado, dizendo da aposentadoria especial, agora concedem aos ativos o Saber, será que depois de 32 anos de luta e conquistas em diversas áreas da instituição perde a consiciência do Saber, aposenta com direito a paridade e isonomia, vem alguém depois de alguém que não sei quem,regulamenta o RSC e nega aos servidores que construirão o passado da Instituto Federal o dereito líquido e certo, ferindo o principio da isonomia e paridade conquistada com lutas., será necessário ir a justiça para poder ser reconhecido. se for necessario iremos criar um grupo forte dos aposentados antes de março de 2013 e requer em conjunto o nosso direito. Campanha aberta. Marcos de Almeida, fone 66 9295 5511 vamos a luta pelos nossos direitos. ” somos filhos de uma Pátria livre, vamos a luta irmãos”

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