(83) 3221-0160 / 9316-8181 - Av. Primeiro de Maio 720, Jaguaribe - João Pessoa-PB
twitterfacebookgoogleyoutuberss

‘Filhos’ de políticas públicas para ensino superior vencem desafios para assumir carreira profissional

‘Filhos’ de políticas públicas para ensino superior vencem desafios para assumir carreira profissional

Matéria: Por Por Dani Fechine | G1 Paraíba. (Confira a matéria completa no fim desse post) – Imagem: Arquivo Pessoal de Júnior Paz. Divulgada no G1 Paraíba.

.

Quando jovens, profissionais usaram o ProUni, Fies e Cotas para entrar em instituições de ensino superior.

.

.
Júnior Paz só tinha dez anos quando precisou trabalhar pela primeira vez. Recorda com alegria, porque tem orgulho da luta dos pais pela sobrevivência. Na cabeça, estava sempre claro o objetivo que queria: ser médico. Se demoraria longos 30 anos, não teria problema. Mas caminhou. Paulo Jacinto, ainda criança, vendia mungunzá na feira com a avó. Criado para ter um trabalho, decidiu se dedicar aos estudos para mudar de vida. Regina Melo, com toda dificuldade para se manter em uma universidade particular, se tornou psicóloga. O que há em comum entre eles é que superaram as dificuldades e falta de oportunidades com a ajuda de políticas públicas sociais, como cotas, ProUni e Fies.
.

.
Trechos da história de Júnior Paz:
.

A mãe trabalhou como empregada doméstica durante toda infância de Paz, que compartilhava a rotina ainda com outros três irmãos. Seu Regivaldo, conhecido como Lucas, trabalhava com aquilo que aparecesse. Não tinha renda fixa, mas recebiam ajuda do Governo Federal por meio do programa Bolsa Família, que poderia variar entre R$ 50 e R$ 95 mensais. Júnior não lembra com detalhes quando começou e quando parou de receber o Bolsa Família, mas sabe que foi ele que tomou a iniciativa de conversar com os pais e dizer: “não precisamos mais”.

“A gente sempre morou em comunidades. Duas das nossas casas eram dentro da favela. Teve uma casa que era um cômodo. Você sabe o que é morar em uma casa de um cômodo com chão de barro? Cinco pessoas? Tinha um banheiro sem porta, só com uma cortina, de tijolo.”

Querendo sempre melhorar, o desejo era estudar em João Pessoa e o objetivo final era o tão sonhado Lyceu Paraibano, escola pública de referência na capital. Primeiro, conseguiu a vaga no colégio estadual Olivina Olívia Carneiro da Cunha, escola bem próxima ao Lyceu. Dessa forma, acreditava que conseguiria chegar onde queria. Mas foi lá que tudo mudou. “O Olivina abriu muito a minha mente”, revela Paz.

Foi lá onde ouviu falar na tão sonhada “escola técnica”. Na época, Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet). Hoje, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB).

(…)

“O Cefet, assim como o Olivina, ampliou muito meus contatos e visão de mundo. O fato de morar em um lugar humilde, você acaba criando um nicho, uma rede muito limitada. No Cefet, eu encontrei pessoas que gostavam de estudar e foi lá que eu decidi fazer medicina. Aliás, medicina eu sempre sonhei desde criança, mas foi um sonho que começou a parecer distante quando a realidade começou a bater na minha cara”, declara Paz.

.

Sim! Júnior Paz é Ex Aluno do nosso IFPB.

Um orgulho, como tantos outros estudantes que encontram nos Institutos Federais de Ensino, uma oportunidade para crescer e realizar seus sonhos!

.

..

A matéria completa é longa E VALE A PENA SER LIDA!

Conheça essas 3 histórias de muita lutas, superações e VITÓRIAS clicando no link abaixo:

.
https://glo.bo/2J3KL5K

Deixe um Comentário