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A Reforma Administrativa (PEC32) acaba com a regra do concurso público e favorece as indicações políticas.

A Reforma Administrativa (PEC32) acaba com a regra do concurso público e favorece as indicações políticas.

 

Você sabia que a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) de Bolsonaro e Paulo Guedes vai precarizar ainda mais as contratações no serviço público?

 

A proposta acaba com a regra do concurso público e favorece as indicações políticas.

 

Não é à toa que a PEC 32/2020 também é chamada de PEC da Rachadinha, já que abre muitas brechas para aumentar os casos de corrupção.

 

Um dos objetivos da Reforma Administrativa é afrouxar as regras para a ocupação de cargos públicos nas Três Esferas da Administração: a PEC 32/2020 elimina as contratações por concursos públicos e permite que as vagas sejam distribuídas de forma ilimitada para pessoas sem nenhum vínculo com a Administração Pública, como apadrinhados e indicações de políticos.

 

Para piorar, a Reforma Administrativa “libera geral” a privatização, fazendo com que os trabalhadores sejam precarizados e os serviços públicos ainda mais sucateados.

 

Não podemos permitir que o Congresso Nacional aprove essa Reforma Administrativa: é preciso defender os serviços públicos.

 

Acompanhe o calendário de mobilizações e participe das lutas: diga NÃO à PEC 32/2020!

 

Saiba mais sobre o texto aprovado

 

Confira aqui a análise de Paulo Lindesay (Assibge-SN e Auditoria Cidadã da Dívida-RJ) sobre a última complementação de voto do relator Arthur Maia (DEM-BA) para a PEC 32/2020, que foi aprovada na Comissão Especial em 23/09.

 

 

 

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