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20/11 – Dia da Consciência Negra.

20/11 – Dia da Consciência Negra.

Hoje é Dia da Consciência Negra. No Brasil, as negras e negros, por meio de muitas batalhas, estão aos poucos se inserindo nos espaços que lhes foram negados por séculos como as universidades, os empregos registrados e os cargos públicos. Ainda assim, o racismo é explícito na diferença de salários em comparação ao que é recebido pelos brancos, na violência policial contra jovens de periferia, no boicote à cultura negra, na segregação no meio social e também na presença de negros no serviço público.

Segundo o Ipea (2014), 47,4% dos servidores públicos são negros, no entanto, a esmagadora maioria desse número está lotada nas carreiras menos valorizadas. Na diplomacia, por exemplo, eles representam apenas 5,9% do total de servidores, contra 94% de brancos.

Os negros também são aqueles que mais dependem dos serviços públicos, principalmente os serviços essenciais como saúde e previdência. Diante dessa realidade, o governo Bolsonaro e a maioria do Congresso pretendem aprovar a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), que prejudicará as pessoas negras que utilizam o serviço público e os servidores públicos negros. Essa Reforma diminui a assistência social aos oprimidos e piora os serviços essenciais. A Reforma Administrativa é racismo institucional, de Estado, e deve ser combatida também sob esse ponto de vista.
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Via: @sinasefe

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Dia da Consciência Negra Para este 20 de novembro, o SINASEFE IFMG destacou sete pessoas negras que mudaram a história da tecnologia mundial. Cientistas e pesquisadores negros/as premiados/as que, além de alcançarem posições de grande prestígio em suas pesquisas, tiveram de lutar arduamente contra o racismo estrutural, a opressão racial e o silenciamento branco. ✊🏿✊🏿👏🏿👏🏿👏🏿👏🏾👏🏾👏🏾
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Por

Sinasefe IFMG
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Ter consciência é preciso

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O SINASEFE realiza hoje (20/11) uma transmissão ao vivo com o tema “Ter consciência é preciso”, contando com a participação de Luciene Tavares (professora e integrante da Comunidade Quilombola Caiana dos Crioulos, em Alagoa Grande-PB), Mônica Silva Ferreira (terapeuta e mestre em educação), José Eduardo Rosa (trabalhador dos Correios e pós-graduado em história afro-brasileira), João Raphael Ramos (cientista social, mestre em Educação e criador da Adinkra – produtora voltada para a criação de conteúdos afro-diaspóricos), Sônia Adão (secretária-adjunta da Coordenação de Combate às Opressões do SINASEFE) e Felipe Oliver (secretário da da Coordenação de Combate às Opressões do SINASEFE.

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Continuação:

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Veja também:

Racismo e necropolítica: a política da morte tem cor e endereço

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